Foto: Diego Baravelli / Greenpeace
Grafismo Indígena

SOBRE

Os povos indígenas tem um papel essencial na preservação da floresta Amazônica e de outros ecossistemas críticos para o equilíbrio climático. Esse papel crucial é frequentemente ameaçado pela atuação de grandes empresas, cujas atividades podem ter enormes impactos no meio ambiente e na vida dos povos tradicionais. Estas empresas são favorecidas por governos, mas também por grandes corporações internacionais, que ao invés de defender a Amazônia e as comunidades que a protegem, são, na maioria das vezes, cúmplices na sua destruição.

Para romper o ciclo de cumplicidade e responsabilizar os atores corporativos e financeiros por trás desta devastação, em 2018, a organização não governamental com sede nos Estados Unidos, Amazon Watch, criou o projeto Cumplicidade na Destruição (CID). O primeiro relatório, lançado no mesmo ano, foi acompanhado de campanhas de comunicação e de ações de incidência voltadas especialmente para o público internacional, nos países onde a maior parte dessas corporações tem sede.

A partir de 2019, o projeto foi ampliado pela parceria com a Articulação dos Povos Indígenas do Brasil (Apib), que abraçou a iniciativa e hoje é co-autora da série de relatórios Cumplicidade na Destruição, e líder nas campanhas de comunicação e de incidência junto a empresas e financiadores internacionais, ao lado da Amazon Watch.

Os relatórios reunidos nesta plataforma divulgam dados que demonstram os vínculos financeiros entre as corporações internacionais e as empresas em diversos setores, como o agronegócio, as indústrias extrativas e os grandes projetos de infraestrutura, que estão contribuindo para a destruição da Amazônia e a violação dos direitos humanos.

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Camila Rossi:
crossi@amazonwatch.org
Ada Recinos:
ada@amazonwatch.org